
de onde venho, venho só
venho de dentro, insípido pó
caminho fugido de mim
e me procuro na trama de um nó
entre o que era e o que se faz
na costura da linha da mão
desvãos, atalhos e trilhos
me cerzem costuras do não
me vou e por onde urdir minha sina
quer por dentro ou por fora, do próprio caminho,
é que faço a haste, a bandeira e o brasão
2 comentários:
Gosto muito da forma como escreve, embora divirja da minha. Inclusive, gostaria de desenvolver temas daqui no meu blog.
Abraço.
claro.sirva-se à vontade, Diougnes!
há algum tema seu aqui?
Postar um comentário